Albert Einstein

O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Entrevista com Marilena Chauí

Sólida iniciação

Marilena Chaui: conciliação entre rigor acadêmico e linguagem acessível
Publicado em 08 de outubro de 2010
A filósofa Marilena Chaui acaba de lançar dois trabalhos de grande impacto para o ensino de filosofia: o segundo volume de sua Introdução à História da Filosofia, pela Companhia das Letras, e a coleção “Filosofias: o Prazer do Pensar”, pela WMF Martins Fontes, dirigida por ela e por Juvenal Savian Filho. O primeiro, esperado já há algum tempo, trata das escolas helenísticas, adotando um tipo de abordagem que dialoga com a historiografia clássica e recente.
Quanto à coleção Filosofias: o Prazer do Pensar, foram lançados os quatro primeiros volumes de uma série de temas que serão publicados ao longo de três anos. Marilena Chaui é autora do primeiro deles, Boas-vindas à Filosofia; o segundo, Argumentação: a Ferramenta do Filosofar, foi escrito por Juvenal Savian Filho; o terceiro, Corpo e Mente, por Silvana Ramos; o quarto, O Tempo, por Fernando Rey Puente.
Nesta entrevista, Marilena Chaui fala de ambos os projetos, esclarecendo suas estruturas e revelando suas motivações. Mais uma vez, ela dá provas de sua preocupação com a formação dos estudantes de filosofia e interessados em geral, bem como de sua capacidade de dirigir-se ao público com rigor e clareza.
CULTDiante da empreitada gigantesca de escrever uma introdução à história da filosofia, a senhora teve algum temor específico?
Marilena Chaui –
Não, afinal esse tem sido meu trabalho há mais de 40 anos! Mas, claro, tive e tenho muitas preocupações, seja no recorte dos períodos, seja na escolha dos principais temas e filósofos, bem como a exigência de levar em consideração interpretações sólidas e conflitantes que constituem essa disciplina filosófica, além dos trabalhos contemporâneos que formam uma bibliografia vastíssima que precisa ser examinada e selecionada.
A Companhia das Letras tem anunciado a publicação de quatro partes de sua Introdução à História da Filosofia. Se considerarmos as partes tradicionais da divisão historiográfica (Idade Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea), haverá algum período de que a senhora não pretende tratar? Aliás, o segundo volume é sobre as escolas helenísticas. Então só restariam mais duas partes?
O volume 3 tratará de aspectos gerais da filosofia grega com o advento do cristianismo, da patrística, da escolástica e da Renascença. A ênfase recairá sobre temas e por isso serão apresentados apenas alguns dos principais filósofos de cada uma dessas épocas, no interior do panorama das grandes questões de cada uma delas. O volume 4 tratará da filosofia moderna: as principais questões e os principais filósofos, no estilo dos volumes 1 e 2. No fim desse quarto volume, haverá a apresentação das principais correntes da filosofia contemporânea.
Especificamente com relação ao volume sobre as escolas helenísticas, a senhora tem alguma abordagem própria, diferente dos autores já clássicos (Bréhier, por exemplo)?
Sim. Recuso a interpretação tradicional (não só de Bréhier, mas da maioria dos historiadores) de que as filosofias helenísticas correspondem a um período de decadência e saliento sua presença decisiva em toda a filosofia posterior, além de sua presença difusa e implícita em nossa linguagem cotidiana. Dei a Lucrécio e a Cícero um lugar de destaque que eles não costumam ter nas histórias da filosofia. Enfatizei a dimensão social e política em que essas escolas se inserem.
Como foi pensada a estrutura da coleção Filosofias: o Prazer do Pensar?
Como apresentação dos grandes temas e das grandes questões que constituem o campo da filosofia, para iniciar o leitor num campo do saber dotado de especificidade. Os autores buscam conciliar uma linguagem acessível ao iniciante e o rigor conceitual exigido por uma verdadeira e sólida iniciação.
A obrigatoriedade do ensino de filosofia no ensino médio é uma decisão recente. A coleção é uma tentativa de suprir a carência de boa bibliografia voltada a essa nova demanda?
Sem dúvida. Sabemos que professores e estudantes do ensino médio não dispõem de uma ampla bibliografia de apoio e a coleção pretende ajudar a suprir essa carência. Procuramos seguir os temas e as questões propostas pelo MEC. Mas a coleção visa também a um público não escolar, isto é, pessoas que se interessam por filosofia e gostariam de ter uma iniciação nela.
A senhora é uma das raras acadêmicas que conseguem encontrar a dicção adequada para se comunicar com o grande público. Quais os desafios de tornar o conhecimento filosófico acessível sem distorcê-lo?
Merleau-Ponty sempre dizia que a filosofia não é um ídolo a ser adorado e venerado, pois ela nasce e se desenvolve para explicitar os problemas de nossa experiência cotidiana, as questões suscitadas por nossa vida individual e coletiva. Ao escrever textos de iniciação filosófica e textos para os que não estão familiarizados com a linguagem própria da filosofia, procuro fazer com que os conceitos, as ideias, os temas surjam de perguntas sobre experiências comuns a todos nós, de tal maneira que o leitor perceba que a interrogação filosófica busca criar um caminho de pensamento que conduza nossa experiência ao conhecimento de si mesma. Procuro (não sei se sou bem-sucedida ou não) fazer com que a descoberta das ideias e dos conceitos seja uma aventura ao mesmo tempo trabalhosa e prazerosa, um esforço para percorrer uma trilha em que as palavras aumentem de sentido, os pensamentos se alarguem e nos façam descobrir sempre o novo e nos tragam a alegria do conhecimento.
Fonte: http://revistacult.com.br/. Acesso em 13/02/2011, às 5:30h.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Faleceu quem te atrapalhava...

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito: "Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes". Advinha quem era???
No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:
Quem será que estava atrapalhando o meu progresso? Ainda bem que este infeliz morreu.
Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.
  A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?
            No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo...
Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO!
Preste muita atenção no seguinte:
§        Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida;
§        Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida;
§        Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo;
§        Sua vida não muda quando seu chefe muda;
§        Sua  vida não muda quando sua empresa muda;
§        Sua vida não muda quando seus pais mudam;
§        Sua vida não muda quando seu (sua) namorado(a) muda;
SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA
Saiba: você é o único responsável por ela.
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença.
A vida muda, quando você muda....
Luís Fernando Veríssimo

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Amy Winehouse no Brasil: que pena!

       
                                                              
  
  Causa-me espécie o frisson que este abjeto ser causa por onde passa. É inacreditável a atenção que milhões de pessoas e a mídia em geral dispensam a essa malfadada criatura. Quem? Amy Winehouse.
     Eu, sinceramente, não encontro palavras para expressar minha indignação com a  mídia, ou o Terceiro Poder, como muitos a chamam. Ela - a mídia - inexoravelmente está nos levando à loucura. Haja bobagens. Haja lavagem cerebral. Haja interesse direcionado. Haj tudo. Tudo o que é abominável.
     Eu, repito, não encontro palavras para expressar minha indignação. Eu não... mas o grande compositor pernambucano Accioly Neto as encontra. Brasileiras e brisileiros - como diria a presidente - prestem atenção na letra desta canção/poema. Aí sim, estão versos que deveriam ser idolatrados, divulgados e venerados.
     Os versos desta canção traduzem ipsis litteris tudo o que  é a mídia nestes "tempos modernos: uma Máquina de Fazer Doido:
Máquina de Fazer Doido
Composição: Accioly Neto
Uma porção de gente falsa
Com a cara na tela
Contanto mentiras que eu não quero ouvir
Uma montanha de dinheiro
Que não faz ninguém feliz
Uma doença esquisita
Que ninguém sabe de onde vem
E ataca no ponto onde menos se espera
E os descamisados e o amor
Também estão por um triz
E máquina de fazer doido
Ligada o dia todo
Transformando o ser humano
Num robô (4X)
E apesar da cibernética
Ser irreversível
O homem regride ao seu mais baixo nível
E é o único ser animal que mata por prazer
E o que há além da vida
Que deveria ser glória
Cai por ironia
Nas mãos de uma escória
Que zomba das coisas de Deus
E as põem pra vender
E máquina de fazer doido
Ligada o dia todo
Transformando o ser humano
Num robô (4X)
E com as mãos na cabeça
Sem saber o que fazer
A gente ainda espera um anjo, um ET
Que venha apontar o caminho pra nos redimir
Só que esse anjo já veio
Falou e morreu
E a humanidade é que nem percebeu
Que as suas palavras ainda estão por aí
E máquina de fazer doido
Ligada o dia todo
Transformando o ser humano
Num robô (4X)


sábado, 8 de janeiro de 2011

QUEM É ELA?

CURIOSIDADES DA MATEMÁTICA

Como sabemos, a  verdadeira Matemática e a Filosofia andaram, andam e sempre andarão juntas.
Use apenas seu poder de observação - raciocínio lógico - e  após observar os três primeiros cálculos abaixo, faça os demais. Atenção: não utilize lápis, caneta, papel ou calculadora. Por que? Porque não é ncessário. Ao aguçar o poder de observação, cada um de nós estará dando um grande passo para se tornar  filósofo. 

37 x 3 = 111
37 x 6 = 222
37 x 9 = 333
37 x 12 = ..........
37 x 15 = ..........                      
37 x 18 = ..........
37 x 21 = .........
37 x 24 = .........
37 x 27 = ........




Você já observou que todo grande matemático é também filósofo; mas o filósofo - grande ou não - não é matemático, necessariamente?

Quem é Jesus Cristo?
"Muita gente, mesmo não sendo cristã, O considera um grande e sábio mestre. Sua influência  sobre a humanidade foi provavelmente maior que a de qualquer outra pessoa que jamais tenha existido" (Enciclopédia Delta Universal).
Taí, um exemplo perfeito de um grande filósofo.