Causa-me espécie o frisson que este abjeto ser causa por onde passa. É inacreditável a atenção que milhões de pessoas e a mídia em geral dispensam a essa malfadada criatura. Quem? Amy Winehouse.
Eu, sinceramente, não encontro palavras para expressar minha indignação com a mídia, ou o Terceiro Poder, como muitos a chamam. Ela - a mídia - inexoravelmente está nos levando à loucura. Haja bobagens. Haja lavagem cerebral. Haja interesse direcionado. Haj tudo. Tudo o que é abominável.
Eu, repito, não encontro palavras para expressar minha indignação. Eu não... mas o grande compositor pernambucano Accioly Neto as encontra. Brasileiras e brisileiros - como diria a presidente - prestem atenção na letra desta canção/poema. Aí sim, estão versos que deveriam ser idolatrados, divulgados e venerados.
Os versos desta canção traduzem ipsis litteris tudo o que é a mídia nestes "tempos modernos: uma Máquina de Fazer Doido:
Eu, sinceramente, não encontro palavras para expressar minha indignação com a mídia, ou o Terceiro Poder, como muitos a chamam. Ela - a mídia - inexoravelmente está nos levando à loucura. Haja bobagens. Haja lavagem cerebral. Haja interesse direcionado. Haj tudo. Tudo o que é abominável.
Eu, repito, não encontro palavras para expressar minha indignação. Eu não... mas o grande compositor pernambucano Accioly Neto as encontra. Brasileiras e brisileiros - como diria a presidente - prestem atenção na letra desta canção/poema. Aí sim, estão versos que deveriam ser idolatrados, divulgados e venerados.
Os versos desta canção traduzem ipsis litteris tudo o que é a mídia nestes "tempos modernos: uma Máquina de Fazer Doido:
Máquina de Fazer Doido
Composição: Accioly Neto
Uma porção de gente falsa
Com a cara na tela
Contanto mentiras que eu não quero ouvir
Uma montanha de dinheiro
Que não faz ninguém feliz
Uma doença esquisita
Que ninguém sabe de onde vem
E ataca no ponto onde menos se espera
E os descamisados e o amor
Também estão por um triz
Com a cara na tela
Contanto mentiras que eu não quero ouvir
Uma montanha de dinheiro
Que não faz ninguém feliz
Uma doença esquisita
Que ninguém sabe de onde vem
E ataca no ponto onde menos se espera
E os descamisados e o amor
Também estão por um triz
E máquina de fazer doido
Ligada o dia todo
Transformando o ser humano
Num robô (4X)
Ligada o dia todo
Transformando o ser humano
Num robô (4X)
E apesar da cibernética
Ser irreversível
O homem regride ao seu mais baixo nível
E é o único ser animal que mata por prazer
E o que há além da vida
Que deveria ser glória
Cai por ironia
Nas mãos de uma escória
Que zomba das coisas de Deus
E as põem pra vender
Ser irreversível
O homem regride ao seu mais baixo nível
E é o único ser animal que mata por prazer
E o que há além da vida
Que deveria ser glória
Cai por ironia
Nas mãos de uma escória
Que zomba das coisas de Deus
E as põem pra vender
E máquina de fazer doido
Ligada o dia todo
Transformando o ser humano
Num robô (4X)
Ligada o dia todo
Transformando o ser humano
Num robô (4X)
E com as mãos na cabeça
Sem saber o que fazer
A gente ainda espera um anjo, um ET
Que venha apontar o caminho pra nos redimir
Só que esse anjo já veio
Falou e morreu
E a humanidade é que nem percebeu
Que as suas palavras ainda estão por aí
Sem saber o que fazer
A gente ainda espera um anjo, um ET
Que venha apontar o caminho pra nos redimir
Só que esse anjo já veio
Falou e morreu
E a humanidade é que nem percebeu
Que as suas palavras ainda estão por aí
E máquina de fazer doido
Ligada o dia todo
Transformando o ser humano
Num robô (4X)
Ligada o dia todo
Transformando o ser humano
Num robô (4X)

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